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quinta-feira, agosto 25, 2016

Supplier Diversity in Europe decades behind the US

Resultado de imagem para europe   break upDiversidade de Fornecedores atrasada na Europa

O principal objetivo de um programa de diversidade de Fornecedores é institucionalizar oportunidades para PMEs,  pequenas e médias empresas, competirem e conseguirem entrar para as cadeias de abastecimento de Governos e de grandes empresas, especialmente dos sectores de distribuição.  
Este processo, conhecido como "diversidade de fornecedores' (Supplier Diversity), é uma forma de compras socialmente responsáveis.

Assim, Diversidade de Fornecedores inclui programas de negócios e estratégias de contratação e compras que incentivam as organizações a usar uma ampla gama de tipos de fornecedores desfavorecidos, começando com as PME e incluindo diversas empresas detidas e geridas por empresários oriundos de grupos sub-representados, como por exemplo, mulheres, minoritários étnicas e culturais.  Na Europa, a lista de pequenos fornecedores desfavorecidos teria que incluir as pequenas empresas oriundas de pequenos países com pequenos mercados locais, empresas do terceiro setor, empresas sociais e outros tipos de organizações.   Os programas de Diversidade geralmente incluem alguns elementos de "descriminação positiva" a favor dos grupos desfavorecidos, ou alguma "reserva de mercado" para assegurar que venham a aparecer.

Diversidade de Fornecedores torna-se cada vez mais importante para as grandes entidades compradoras, à medida que estas estão sendo questionadas pelos seus  clientes finais sobre a proveniência dos produtos que comercializam.

Ao puxar pelos fornecedores bons mas desfavorecidos, a Diversidade de Fornecedores pode contribuir tanto para  a actividade económica como para a integração e inclusão social.  Numa Europa em risco de fragmentação, isso poderia beneficiar-nos a todos.

VER+       

Women and Supplier Diversity      http://soroptimistapt.blogspot.pt/2014/10/mulheres-empreendedoras-procuram-se.html
Supplier Diversity Handbook       http://www.bitcni.org.uk/resource/planet-handbook-on-supplier-diversity-in-europe-supplier-diversity-europe/

TTIP US-Europe trade and supplier diversity     http://ppplusofonia.blogspot.pt/2014/11/ged-ttip-and-supplier-diversity-in.html


segunda-feira, agosto 22, 2016

Mais recursos para a saúde ou mais saúde para os recursos

De tempos a tempos, vem alguém argumentar a favor de mais recursos para a saúde em Portugal. A saúde é, afinal, um bem de valor incalculável.  Parte-se do princípio implícito que os recursos disponíveis para a saúde em Portugal são insuficientes, menos que nos outros países, etc.  Já os números explícitos contam uma história algo diferente:  A Despesa Total em Saúde (publica, privada e do utente) sobre o PIB varia em função da  estrutura etária da população como se vê neste gráfico.

Despesa Total em Saúde em % do PIB,  versus                               População com 65 ou mais anos de idade

X - % of population aged 65+ years, 2013
Y - Total health expenditure as % of GDP, WHO estimates, 2013
Portugal (mais envelhecido, a verde)  gasta mais do que a Espanha (a cor de rosa), mas ambos estão em "cima da linha" de correlação.   A Grécia (a amarelo) e a Itália (a azul escuro) estão mais gastam relativamente menos apesar de estarem mais envelhecidos. Países como a Áustria (a vermelho), que gastam relativamente mais, mas esses têm outra capacidade financeira.

Em 2013, Portugal com 19,62% com 65+ anos, gastou  9,55% do PIB em Saúde , Espanha com 17,91% de idosos gastou 9,15% do PIB em Saúde.   Curiosamente, mais de 70 % dos espanhóis considerem gozar de boa saúde versus menos de 50% dos portugueses, um intervalo enorme nos resultados que não se explicará apenas pela diferença de envelhecimento nem pela diferença de gastos.  Resta saber porquê não conseguimos melhores resultados, mas considerando as dificuldades financeiras do país, dificilmente mais recursos vão nos garantir "boas melhoras".

Austria
Belgium
France
Greece
Hungary
Ireland
Italy
Netherlands
Portugal
Slovenia
Spain
Fontes:  http://data.euro.who.int/hfadb/
Despesas em Saúde acima da média http://ppplusofonia.blogspot.pt/2010/01/despesas-totais-em-saude-acima-da-media.html


quarta-feira, agosto 03, 2016

Timor vai ter novo porto de contentores em Tibar Bay

DevCo-supported Timor-Leste seaport project reaches commercial close

With DevCo support the Government of Timor-Leste in June signed a 30-year, $490 million concession agreement with private sector partner Bolloré Africa Logistics, to build a new, primary international seaport at Tibar Bay. DevCo provided US$1.5 million in funding to support IFC’s transaction advisory and structuring work on the deal.  The new port will alleviate the congestion at Dili, which is causing long delays and increasing costs of doing business.

Bollore signs historic deal for Timor-Leste’s huge new port

Turloch Mooney, Senior Editor, Global Ports | 10 June 2016

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An artist's impression of the new port at Tibar Bay. Source: Bolloré Group
France’s Bolloré Group signed a 30-year, USD 490 million concession contract with the Southeast Asian state of Timor-Leste for the building of the country’s primary international seaport.

The historic deal is the first public-private partnership (PPP) undertaken in the post-conflict country as well as the largest ever investment with a private partner.

The greenfield project will replace the existing capacity-strained and congested port of Dili with a modern container port at Tibar Bay, about 12 km from the capital, with the capacity to handle up to 350,000 teu. It will take three years to build the new port.

The International Finance Corporation (IFC), a division of the World Bank that advised the government on the PPP transaction, said the total cost of the project could be up to USD650 million. IFC estimates total construction costs will be between USD290 and USD390 million, with capital expenditure for operations between USD190 million and USD260 million.

The port will consist of a 630 m wharf with 15m draught and 24 ha container yard. Two ship-to-shore cranes and five rubber-tyred gantry cranes will be employed at the start of operations.

“Strong economic growth is expected to drive continued import demand and cargo growth from around 50,000 teu in 2012 to a forecast 350,000 teu in 2040,” said Jakarta-based Laurent Fremy of the IFC.

Dili Port is a small facility originally built for break-bulk operations and has a wharf length of 285 m and an alongside depth of just 7 m. It can handle vessels of up to 500 teu only and there are delays in berthing when several vessels arrive at the same time.

The frequency of delays is increasing, cargo volumes are growing, and port capacity is limited on the landside. Dili is expected to experience critical congestion levels by 2018.

The concession deal is for a 30-year term on a build-operate-transfer basis, during which time the government will receive royalties, fees, and taxes from the operation of the port.

in a statement announcing the signing of the deal, Bolloré said, “Timor-Leste‘s new container terminal will target productivity and performance levels in line with those of the world's biggest ports.”

Timor-Leste has USD10 billion in sustainably managed funds from its oil reserves which it is using to rebuild its economy and GDP has been growing steadily in recent years, rising by 6.2% in 2015 and projected by the Asian Development Bank to grow by 6.6% in 2016. Development of the port is part of a 20-year strategic development plan to build core infrastructure.

Cargo throughput has been growing steadily and economic and population growth are expected to drive steady growth in the demand for containerised cargoes. As per capita income increases, there is also high growth anticipated in non-containerised cargo such as vehicles and construction materials.

According to Fremy of the IFC, structuring the deal presented some significant challenges, in part because there was no previous experience of PPP transactions in Timor-Leste.

Fremy added that there was a challenge in determining an appropriate financial structure because of many moving parts, such as uncertainties regarding inflation, determination of appropriate and realistic revenue levels during, for instance, the transition phase, the moving of operations from Dili to Tibar Bay, and more.

Bolloré Logistics has been operating in Timor-Leste since 1999 and is the largest logistics support services company in the country, providing services including freight forwarding, customs brokerage, and stevedoring.

Source:  http://fairplay.ihs.com/ports/article/4269936/huge-port-project-is-timor-leste%E2%80%99s-largest-ever-investment-with-a-private-partner 

sexta-feira, julho 29, 2016

Engenharia Sanitária e Ambiente, Setembro 2016 Guimarães

 17.º Encontro de Engenharia Sanitária e Ambiental (ENASB), o qual terá lugar entre os dias14 a 16 de setembro de 2016, no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.

Este evento está a ser organizado pela  APESB - Associação Portuguesa de Engenharia Sanitária, em conjunto com outras entidades dos sectores da água e da gestão de resíduos, estando prevista a presença do Senhor Ministro do Ambiente, Eng.º João Pedro Matos Fernandes, na sessão de abertura e do Senhor Ministro da Economia, Prof. Manuel Caldeira Cabral, na sessão de encerramento.

Destacam-se igualmente os seguintes painéis temáticos, moderados por proeminentes  peritos do sector:

·         Tema Especial: Cidades do Futuro - Eng.ª Rafaela Saldanha Matos (LNEC)
·         Painel 1: Águas Pluviais - Prof. Paulo Ramísio (APESB/Universidade do Minho)
·         Painel 2: Economia Circular - Prof.ª Lígia Pinto (APESB/Universidade do Minho)
·         Painel 3: Financiamento do Sector - Eng. Jaime Melo Baptista (LNEC)

Ver mais no site do evento www.17enasb.apesb.org 

Formação em montagem e financiamento de projetos de água, Lisboa, Maio 2016

Resultado de imagem para ppa aguaO curso de contratação de projetos nos países em desenvolvimento - O sector da água e o mercado de Multilateral" aconteceu em Lisboa último dias 17 e 18 de Maio 2016 . 

O curso foi concebido para proporcionar um melhor conhecimento e uma maior intervenção neste mercado; ela foi dirigida principalmente para os gestores e técnicos responsáveis ​​pela gestão dos procedimentos de adjudicação, nomeadamente no que respeita à identificação, prospecção e seleção de oportunidades, elaboração de propostas e procedimentos contratuais.

Embora o Sector da Água foi o principal objetivo deste curso, ele também foi destinado a empresas interessadas em projetos de infraestrutura, gestão de resíduos, energia, transportes e obras públicas com financiamento de instituições multilaterais.

O curso centrou-se nas seguintes questões fundamentais:

Identificação e oportunidades de monitoramento - área de trabalho de investigação / redes locais e contatos;
Elaboração de propostas - componentes formais e técnicas;
Definir consórcios de negociação e;
Gestão de Compras e processo de acompanhamento - boas práticas;
Gerenciamento de projeto de pós prêmios - mitigação de riscos, questões regionais.
O curso foi uma iniciativa conjunta da Parceria Portuguesa para a Água  e do Instituto Superior Técnico, com a participação da Associação para a Formação e Desenvolvimento em Engenharia Civil e Arquitectura. Ele teve o apoio institucional da AICEP, Portugal Global e do GPEARI
  
  http://www.ceso.pt/company_news/qb41uwv2/VZoCFKsL

Manual de Ciclo do Projeto em português

GESTÃO DO CICLO DE PROJETOS
O novo livro de Rui Miguel Santos, "Gestão do Ciclo do Projecto" foi apresentado em janeiro 2015 em Lisboa  . VER https://www.youtube.com/watch?v=SBA-rh_L9o0 

Este livro "é a primeira divulgação o em Portugal quanto à metodologia para a identificação, formulação e gestão de projetos de desenvolvimento utilizados, há décadas, por instituições multilaterais, em particular pela União Europeia eo sistema das Nações Unidas.

Fornece-se direções para uma grande universo de profissionais interessados e curiosos para ter acesso aos projectos de cooperação de gestão de conhecimento ".

O livro foi editado por INA (Direcção-Geral para a qualificação dos funcionários públicos  ).
A presente obra constitui o primeiro esforço realizado em Portugal de divulgação das metodologias de identificação, formulação e gestão de projetos de desenvolvimento, utilizadas desde há décadas por instituições multilaterais, em particular pela União Europeia e pelo Sistema das Nações Unidas.

Nela fornecem-se indicações para que um universo alargado de profissionais, interessados e curiosos tenha acesso a competências especificas de gestão de projetos de cooperação, como sejam:

> Elaboração de árvores de problemas, recorrendo a modelos lógicos;
> Definição de cadeias de resultados, em resposta aos problemas identificados
> Formulação de uma lógica de intervenção que permita gerar a mudança necessária face a um problema de partida;
> Caracterização dos pressupostos e gestão dos riscos subjacentes à lógica de intervenção;
> Definição de sistemas de monitorização de projetos, através de indiicadores e fontes de verificação adequados;
> Estruturação de critérios de avaliação, tendo por base os atributos de qualidade definidos pelas agências multilaterais e bilaterais.

http://www.ceso.pt/intelligences/tqfSbv5I
http://ina.pt/index.php/dbae/ina-editora/loja-on-line/loja-teste/monografias/gestao-do-ciclo-de-projetos-detail?fb_ref=Default


PMEs convidadas para missão sobre Residuos - Brasil Outubro 2016

quinta-feira, julho 21, 2016

CGD promove financia consumo apesar do sobre endividamento das famílias

Resultado de imagem para caixa imagem cgdO "nosso banco" continua,  desorientado, a promover o consumo de bens e serviços importados.

E depois o INE  e o BdP dizem que a poupança está nos mínimos insustentáveis. 

Será coincidência ?

Crédito Automóvel Caixa Leasing e Factoring ?
Qual é o Banco que dá sinal verde para adquirir automóvel?
A Caixa. Com Certeza.
TAEG: 7,3% (viaturas novas), 8,4% (viaturas usadas).

Qual o Banco que o deixa pagar as despesas depois das férias?
A Caixa. Com Certeza.
TAEG 17,6%

Estado condenado a pagar 150 milhões ao consórcio do TGV

Fonte:  Dinheior Vivo
Estado condenado a pagar 150 milhões ao consórcio do TGV

Fonte:  Público
https://www.publico.pt/economia/noticia/estado-condenado-a-pagar-150-milhoes-ao-consorcio-do-tgv-1738948 

O Estado foi condenado a pagar quase 150 milhões de euros ao consórcio que ganhou a obra de execução do TGV. Ao fim de dois anos, o Tribunal Arbitral constituído para julgar o caso decidiu a favor da Elos, considerando que lhe é devida uma parte substancial da indemnização que reclamava, num total de 169 milhões. 

quarta-feira, julho 20, 2016

Barcelos com PPP insustentável

Supremo confirma. Câmara de Barcelos tem de pagar 172 milhões no "caso da água"

11 jul, 2016 - 
O presidente da autarquia diz que a decisão, no imediato, não terá qualquer efeito. uma vez que a Câmara e a concessionária, a Águas de Barcelos, acordaram não reclamar os direitos resultantes da mesma enquanto decorrem as negociações para o resgate da concessão pelo município.
O Supremo Tribunal Administrativo confirmou a condenação da Câmara de Barcelos a pagar 172 milhões de euros à concessionária da água e do saneamento do concelho, revelou, esta segunda-feira, o presidente da autarquia.
“Já estávamos à espera”, disse Miguel Costa Gomes, sublinhando que aquela decisão, no imediato, não terá qualquer efeito prático, uma vez que a Câmara e a concessionária (Águas de Barcelos) acordaram não reclamar os direitos resultantes da mesma enquanto decorrem as negociações para o resgate da concessão pelo município.
Essas negociações têm o dia 28 de Setembro como novo prazo limite para serem fechadas e desenvolvem-se à volta do “acordo de princípios” celebrado em Novembro de 2015, segundo o qual o município pagará à Águas de Barcelos (AdB) 87 milhões de euros pelo resgate da concessão.
“Agora é cumprir o que está no acordo e fechar até 28 de setembro o acordo”, referiu Costa Gomes.
Em Janeiro de 2012, o Tribunal Arbitral de Lisboa condenou a Câmara de Barcelos a pagar, até 2035 e em tranches anuais, uma indemnização total de 172 milhões de euros à AdB, para assegurar o reequilíbrio financeiro da concessão.
Os consumos previstos no contrato nunca foram atingidos e a AdB, em 2010, requereu a constituição do tribunal arbitral, com vista à reposição de equilíbrio económico-financeiro da concessão.
A Câmara recorreu para os tribunais administrativos, mas estes consideraram a acção improcedente, confirmando assim a condenação ao pagamento dos 172 milhões de euros.
Um pagamento que terá de ser efectuado se as negociações para o resgate da concessão não tiverem sucesso.
Entretanto, a questão da água e saneamento de Barcelos está a ser investigada pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), que já constituiu 12 arguidos, entre os quais o antigo presidente da Câmara Fernando Reis e os vereadores da maioria de então.
Fonte:  http://rr.sapo.pt/noticia/58787/supremo_confirma_camara_de_barcelos_tem_de_pagar_172_milhoes_no_caso_da_agua

terça-feira, julho 19, 2016

FMI comenta países da CPLP

QUESTIONER: Good morning. The finance ministers of the EU announced sanctions on Spain and Portugal for violating rules and budget deficit targets. So how do you see, how does IMF see those sanctions on Portugal and which implications it might have for this country? OECD said the sanctions on both countries were the last thing Europe needed after Brexit, so I just wanted to have some comments from you on this.
It seems you have an update on Guinea-Bissau if you could give some considerations in case you do? There was a remaining installment of €9 million to be paid this year. In case you got any information?
And on Mozambique, it has been on the news that the financial aid by the IMF might not happen this year, and I would like to confirm that with you. In Angola, I just wanted to ask, in case you have some follow up…
MR. RICE: A whole press conference in itself. Well, thank you. Let me try and give you something on each of those. On Portugal, look, on the issue of sanctions, that’s clearly for the European Commission to propose sanctions if that’s what they do. My understanding is, that would happen within the next 20 days or so, so that’s not an issue for the IMF. It’s for the Commission, so you might want to ask them about that.
On Guinea-Bissau, thanks for the question, seriously. It’s good to talk about other countries about important issues. What I can tell you is the IMF’s Extended Credit Facility program with Guinea-Bissau is off track as a result of two expansive bank bail-outs that violate the end December 2015 net credit to government performance criteria.
This also prompted development partners, including the World Bank, the African Development Bank, and the EU to hold their budget support. I can tell you that in an effort to bring the program back on track, the new government which, as you know, has been in place since last month, declared the bail-outs to be null and void, and, you know, we continue in that context to provide policy advice and technical assistance, and continue the discussions with the new government.
On Angola, we talked a bit about it two weeks ago in your absence, but I think it’s been reported that the government of Angola has decided to continue their close policy dialogue with the Fund only in the context of the Article IV consultation, and not through discussions concerning an EFF supported program. So, again, we continue to work. We stay engaged, but it’s not on discussions on a financial program.
Then on Mozambique, again, we’ve discussed it quite a bit here. We had a mission in Maputo ending toward the end of June. That was the fact finding process related to the previously undisclosed borrowing, and to assess the macroeconomic situation. We welcomed the government’s investigation into this previously undisclosed debt. We thought that was important.
Additionally, the staff mission said that further measures are needed. In particular, we felt that an international and independent audit would be needed. That’s of Ematum, Proindicus, and MAM companies. The latter two being the companies that received the funding under the previously undisclosed loans. We did issue a press statement on all of this, so it’s all public.
Our understanding is at this stage the government is not ready to move forward with the audit. That’s kind of where we stand. So the review with the Fund has not been completed, and, of course, for any disbursement that review would need to be completed.
QUESTIONER: On Portugal you’re telling me you don’t have any comments on the sanctions? Because if just released, the Article IV June 30 --
MR. RICE: We did. That’s right.
QUESTIONER: -- so how do you see those sanctions? No comments on that? Aren’t you worried?
MR. RICE: We just released the Article IV consultation report a few days ago on Portugal, so I’m going to let that speak for itself. It was pretty comprehensively covered and I’ll leave it there.

Moçambique contrata consultora Lazard para avaliar a dívida externa

Moçambique contrata consultora Lazard para avaliar a dívida externa: O governo moçambicano contratou a Lazard como consultora financeira para avaliar a sua dívida externa e a White & Case LLP como consultora legal.

terça-feira, julho 12, 2016

Artigo sobre Gestão de PPPs brevemente em português

O artigo que faz parte da bibliografia do PPP Knowledge Lab da  PPIAF/Banco Mundial sairá brevemente em português.

Managing PPPs for Budget Sustainability
The case of PPPs in Portugal, from problems to solutions
Mariana Abrantes de SousaPPP Lusofonia, Portugal
September 2011     

Abstract
Considering that Portugal is currently suffering one of the most severe financial crisis in its history, this paper examines to what extent PPPs have contributed to Portugal’s external debt problems and evaluates how Portugal’s PPP contracts can be managed in order to contribute to the necessary solution.  Although the interests of the various PPP Stakeholders are acknowledgedthe focus is on the Government as the public partner, from a sovereign risk and taxpayer perspective. The paper shows how countries like Portugal with large PPP programmes but fragmented PPP institutions and   inadequate budget practices can be exposed to greater fiscal risks, leading to the accumulation of excessive PPP liabilities which later contribute to public sovereign debt problems. 

VER https://library.pppknowledgelab.org/PPP%20Lusofonia/documents/2213
http://ppplusofonia.blogspot.pt/2011/10/managing-ppps-for-budget-sustainability.html